Marcando o fim de uma era, Dragon Ball Xenoverse 2 recebeu seu último DLC e encerrou um ciclo de quase dez anos de atualizações.

A Bandai Namco lançou Future Saga Capítulo 4, o último DLC de Dragon Ball Xenoverse 2. O DLC está disponível para PC, Nintendo Switch, Xbox e PlayStation, encerrando a saga iniciada em 2024 e os quase 10 anos de conteúdos que vieram depois do lançamento do game.

Future Saga Capítulo 4 adiciona dois personagens jogáveis: Kaiohshin do Tempo (Ultra Supervilã) e Goku (Ultra Supervilão Suprimido). O DLC traz o modo Ultra Batalhas da Patrulha do Tempo, o novo recurso Galeria do Tempo, o arco final das Missões Extras, novas Missões Paralelas, golpes inéditos, novos trajes e mais.

O Capítulo 1 da Future Saga apresentou aos jogadores de Dragon Ball Xenoverse 2 os planos do cientista Fu para alterar o futuro. No Capítulo 2 os experimentos avançam e se tornam um perigo ainda maior, enquanto no Capítulo 3 ele faz aliança com Freeza Dourado. Armados com o novo poder do Ultra Supervilão, os dois lançam um ataque contra Cotton City. Agora os jogadores precisam salvar o mundo enquanto Fu coloca em prática o plano para apagar os defensores da Terra da história.


Dragon Ball Xenoverse 2 foi lançado em 2016 e coloca os jogadores no centro da ação pela qual a série Dragon Ball é famosa. Como patrulheiros que exploram Cotton City eles combatem inimigos e salvam o futuro, visitam cenários e encontram personagens icônicos. Além da premissa, outra razão pela qual Xenoverse 2 ganhou destaque foram as atualizações que totalizaram mais de 20 DLCs e passes lançados desde que o game saiu.

Mas enquanto uma era chega ao fim, outra está começando. Dragon Ball Xenoverse 3 foi anunciado em abril de 2026 e tem lançamento previsto em 2027 para PC e consoles. O game será situado em West City no ano 1000, e promete manter a visão e o mundo criado pelo eterno Akira Toriyama, o pai de Dragon Ball.

 

Com informações de Bandai Namco
☝🤓 Cá entre nós

O dia do último lançamento de Dragon Ball Xenoverse 2 realmente chegou, que loucura. É interessante, e talvez meio triste como o suporte que a Bandai Namco deu ao game chamou a atenção por ser uma exceção e não uma regra da indústria. Eu mesma detesto a ideia de lançamentos anuais, mas também não sou a maior fã de live services. Gosto mesmo da matemática simples: lance um jogo, dê suporte a ele pelo máximo de tempo possível e faça esse tempo realmente valer a pena.