Depois de acompanhar o segundo Mundo Gamer Showcase, estes foram os cinco games indie que mais ficaram na cabeça da Pessoa que Vos Fala™.
O Mundo Gamer Showcase voltou em 20 de junho com a segunda edição que reuniu dezenas de jogos independentes e AA dos mais variados estilos. Depois da primeira seleção de games publicada aqui no Café Nerd, chegou a hora de escolher mais cinco projetos que chamaram a minha atenção.
Barkour
Conheci Barkour pelo Twitter e achei a ideia muito boa. O game coloca o jogador no controle do Agente T.H.U.N.D.E.R., um cão que faz parkour e tem gadgets ao estilo Max Steel, que deve salvar o mundo dos planos de uma organização secreta do mal. É um jogo com cara de fofo, divertido e bem pensado, o tipo de coisa que você veria num episódio de desenho do Sábado Animado. Consigo imaginar umas mecânicas bem legais relacionadas aos reflexos ou ao faro do cão.
Bravo, Gaspar!
Esse eu acompanho há um tempo, então fiquei feliz de ver Bravo, Gaspar! aparecer no showcase. A boa sacada desse roguelike brasileiro é transformar cada morte do protagonista, o fim de uma run, no final de um ato. Aliás, o game inteiro gira em torno da lógica de uma peça de teatro, criando uma experiência que é roguelike e também foge do padrão. Isso é ótimo, pois o gênero anda meio saturado tem um tempinho. O design do vilão Gaspar é bom demais, um figurino tipo Pinguim que grita "oi, eu sou o antagonista."
Nothing Strange Here
Se você me faz sorrir é meio caminho andado pra eu gostar de um game - e Nothing Strange Here conseguiu isso. Ele aposta no humor leve e gameplay casual do jeito que eu gosto, transformando o jogador num repórter investigativo numa cidade maluca. Você deve apontar a câmera e tirar fotos, publicar artigos e ver a cidade mudar de acordo com as suas ações. O game promete momentos inusitados tipo uma pessoa brincando com um cão que eu tenho quase certeza de que é uma referência a esse canal do YouTube.
Moss: The Forgotten Relic
Tem uma sensação de encantamento quase infantil quando você apresenta um game de aventura tipo Moss: The Forgotten Relic. É como abrir um livro onde você vê as histórias acontecendo, e eu achei tão bonito como os desenvolvedores capturaram isso. O game tem uma atmosfera delicada, com emoção, meio mágica. Ele também tem perspectiva isométrica, algo que eu não canso de elogiar porque é uma escolha de design que eleva demais qualquer jogo. Você experimenta a ação e o mundo ao seu redor ao mesmo tempo, isso causa um impacto muito diferente.
My Little Cafe Nightmare
Imagina o Café Nerd e não falar de um game chamado My Little Cafe Nightmare? Mas não é só pelo trocadilho, o game realmente me interessou por causa de uma palavra: gerenciamento. Você monta e administra um café com estética Família Addams, um visual que eu não curto, mas a direção de arte e o conceito funcionam direitinho. Criar um café aconchegante para criaturas da noite é uma imagem cheia de contrastes, mas de um jeito que faz bastante sentido.
Créditos das imagens
- Materiais oficiais dos jogos mencionados









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